O que você precisa saber sobre os enxaguantes bucais

Há quem defenda o uso dos enxaguantes bucais para a higienização dos dentes.
Entretanto, é preciso estar aliado à uma série de atitudes saudáveis, como escovar de
maneira correta e usar o fio dental com frequência, uma vez que esses afazeres são sim
mais imprescindíveis para o combate das placas bacterianas e limpeza dos dentes e
gengivas. O enxaguante bucal pode ser útil, desde que possa ser usado sob a orientação
de um profissional. Alguns podem até aumentar o mau hálito, se aplicados em excesso.

Indicação
Sugere-se o uso de enxaguante bucal para pessoas que tenham sensibilidade nos
dentes; que sejam mais vulneráveis às cáries e/ou estão se recuperando de alguma
cirurgia bucal.

Ordem ideal de uso

É indicado que a higienização bucal seja iniciada pelo uso do fio dental, depois pela
escovação e por último, com o uso do enxaguante.

Versão mais eficaz

Há produtos específicos no mercado para cada tipo de situação. Portanto, é preciso
seguir as orientações do seu dentista. Em alguns casos, pacientes que passaram por
clareamento dentário, por exemplo, precisam fazer uso de versões específicas do
produto.

Mau hálito

O enxaguante pode aliviar o mau hálito e causar a sensação de frescor de forma
momentânea. Entretanto, quando usado em longo prazo, pode até gerar um resultado
inverso, uma vez que em contato com a placa bacteriana pode aumentar o mau hálito.

Contraindicação do produto

Pacientes diabéticos devem ficar atentos aos corantes da composição, uma vez que
costumam ter níveis elevados de açúcar. Já as versões de enxaguantes com álcool,
podem causar o ressecamento da mucosa. Por isso, devem ser evitadas por idosos,
dependentes químicos e pacientes de quimioterapia/radioterapia.

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Fonte: CROSP

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